21 de novembro de 2009

Paineira da India

Uma vez, depois de uma bela pedalada com os Olavo Bikers, estavamos voltando para casa: meu amigo Marcelo, minha filha Cecilia e eu, quando o Marcelo parou a bicicleta e apontou uma árvore, dizendo: "esta é uma Paineira da Índia!".


Bom, não sei quanto a vocês, mas meus conhecimentos de plantas se resumem em plantas bonitas e plantas feias. Nunca tinha nem ouvido falar na tal Paineira da India.

Mas ja tinha, é claro, admirado a beleza dessa, e o faço todas as vezes que volto para casa.



Repare nas formações curiosas deo tronco, que parecem com uma casca extra.
Como ela só aparece de um lado do tronco, suponho que seja uma espécie de parasita que cresce no lado mais úmido do tronco.
Ah, sim! A mariposa não faz parte dessa "casca".


















26 de julho de 2009

Frangó



Logo que comecei a pedalar com os Olavo Bikers, fomos lá para comer uns petiscos.
Lembro de ter gostado muito dos tais petiscos, mas o cansaço era tão grande que não pude aprecia-los devidamente.
A coca-cola, sim, apreciei bastane.
A subida dos últmos dois ou três quarteirões foi realente estafante.
O cnsolo é que não fui o único a empurrar a bicicleta, estava bem acmpahado.

Desde então, fiquei com aquilo na cabeça, tinha que voltar lá.
A ocasião chegou há uns dias. Fui até lá com Madalena. Fomos de carro, porque ela não pedala.
E, sem o esfôrço da subida final, que quem o fez foi o carro, pude realmente aproveitar a comida.
Valeu, valeu, e valeu.
Fazia muito tempo que não coima tão bem.
O frango e a polenta estavam perfeitos, e a farofa simplesmente indescrtível.
Connheci, então, o salão do restaurante no andar de baixo, e veja só que ambiente gostoso.
Dá vontade de voltar, não dá?
E, numa parede, uma tabuleta que homenageia os amamigos do
Olavo Bikers.
Eles, com certeza, entenderão do que falo.
E aí? Deu água na boca?
O Frangó fica do lado da Matriz de Nossa Senhora do Ó.
Se for lá, diga ao chefe que você leu esta postagem.
Você certamente não vai oter desconto algm, pois o cara nem me conhece, mas, quem sabe eu consiga algum, se houverem bastantes refeências.....

2 de junho de 2009

Rua Japurá X Rua Bixiga









Olha só que bom exemplo de revitalização.
Numa época em muito se fala e pouco se faz, o tema revitalização do centro de São Paulo é uma preocupação dos paulistanos.
Pois, há alguns dias, pedalando com a turma do grupo Saia na Noite, só que dessa vez o passeio foi de dia, passamos nesse lugar, la pelos lados do Bixiga
Foi uma boa surpresa.
Uma rua típica do bairro que Adoniran Barbosa conheceu e cantou, todinha reformada.

Quem sabe a moda pega?

25 de maio de 2009

Parque Savoia

É um dos conjuntos residenciais mais bonitos que tenho vsto.

Fica na Rua Vitorno Camilo, entre a Al. Edardo Prado e a Al. Ribeiro da Silva.








Pena que não deu para fotografar todo o conjunto numa só foto
(Quando eu crescer, vou aprender fotografar direto)

São uns dez ou doze apartamentos voltados para a rua, uma graciosa torre no lado esquerdo, e anda uma entrada para uma parte nos fundos.



A tabuleta diz que está para alugar para fins comerciais, mas até que eu gostaria de morar num lugar assim.

Da rua não é posível ver direito como é aparte de trás, mas veja só que vista legal se tem do portão, com a ajuda do zoom

O gato parece estar se dado bem, a julgar pela saudável aparência

19 de maio de 2009

Figura Simpática



Outro dia, passeando de carro (não contem para ninguém que eu estava de carro) com Madalena pela cidade, parei num sinal, bem de frente para a chaminé da antiga usina de luz.

Resolvi fotografar a tal chaminé, mas não foi possível. Liguei a máquina, e antes que ela desse o boot (saudades das máquinas que não tinham que ser ligadas, e nem davam boot), me aparece na janela essa figura da foto, fazendo questão absoluta de ser fotografada.

Figura simpática, amigável, e muito engraçada. Quando dei por mim, o carro de trás estava buzinando furiosamente porque o sinal abriu e eu não andava.

Foi uma pena. Fiquei sem a foto da chaminé, e não pude nem ao menos perguntar o nome dele. Já passei por lá de novo, mas a figura não estava.

26 de março de 2009

Repeteco

Pois é, caí de novo.
Duas semanas depois daquela queda, na primeira pedalada.
E agora estou de novo há duas semanas de molho, prestes a voltar a pedalar.

E, antes que você diga que eu não sei andar de bicicleta, deixe-me explicar:
NÃO SOU EU QUE NÃO SEI PEDALAR,
É A BICICLETAQ QUE NÃO SABE SER MONTADA!!!

1 de março de 2009

Bicicleta Passarinheira

Quando eu era pequeno, ainda se usavam cavalos como meio de transporte, principalmente nas fazendas, e também nas cidades pequenas.
Na época, existia um termo que não ouço há muitos anos: "cavalo passarinheiro".
Cavalo passarinheiro não era um cavalo que comia passarinhos. Era um cavalo igual aos outros, que tinha uma habilidade infalível para se livrar de cavaleiros muito pesados: ia andando no seu rítimo preferido, monótono, e de repente dava um passo para um dos lados. Umpasso lateral bem vigoroso, que darrubava qualquer cavaleiro que estivesse distraído. E olhem que era fácil, porque qualquer um fica destraído quando num rítimo monótono.
Aí, não tinha jeito. O cara caia mesmo.
Vi isso acontecer umas três ou quatro vezes com o meu sogro e, acreditem, é das coisas mais engraçadas do mundo (se o cavaleiro não for a gente).
O cavalo se chamava Bernardo, e era um bicho tão manso que as minhas filhas, com três, quatro e oito anos, passavam o dia se revezando, uma delas puxando, e as outras duas montadas. Eu também andava nele, numa boa.
Mas meu sogro tinha um cachorro, o Pituca, que era um chato de galochas, e a quem o Bernardo odiava. E quando o sogro ia cavalgar e o Piruca ia junto, o sogro caia. Sempre, e sem perdão. Mas o sogro era teimoso, e insistia.

Pois bem, hoje fui pego de surpresa. Eu não sabia que a minha bike era passarinheira.
Ela saiu de baixo de mim, e eu me ralei todo no asfalto. Sem graves consequências, mas me ralei e estou todo doído.

E tenho que agradecer a atenção que me dispensaram os companheiros do Olavo Bikers.
Juntou gente, com água, sabão, desifetante e luvas cirúrgicas. Foi um must.
Difícil foi convencer a turma de que eu estava bem, porque só se passaram cinco mese e meio da minha cirurgia no coração.
Gente, se a equipe de cirurgiões me liberou para pedalar, é porque já estou apto a cair.

Mas, valeu, gente. Obrigado a todos, e especialmente ao meu amigo Neuton que deu uma de enfermeiro. Aliás, ja não é a primeira vez que ele me socorre. Há alguns domingos ele me emprestou uma câmara de ar para terminar o passeio e voltar para casa.

Falando em voltar para casa, desta vez o Adailson, do carro de apoio, fez o favor de me trazer, porque com a queda o guidom ficou todo retorcido. E a bike ja ficou no carro de apoio para os devidos reparos.
Não sei se ela vai ficar pronta para o próximo fim de semana, mas não tem problema: posso sair com a bike de reserva.

E, querem saber de uma coisa? Estou tomando um monte de remédios para o coração, pressão, ritimo cardíaco, etc, mas nenhum deles é para o bom-senso.......