"Ascensão" é o nome desta escultura da artista alemã Charis Brand, datada de 1942.
Fica na Praça das Guianas, no lado próximo à Av. 9 de Julho, entre todas essas árvores.
Lá pela década de 50, as árvores ainda não eram tão desenvolvidas, de forma que a estátua se destacava bem mais por sobre a praça, fato que a expunha a um engenhoso tipo de vandalismo.
Devo aqui esclarecer que não testemunhei os fatos porque eu ainda era criança, e o que conto é o que ouvi contar.
Reza a lenda que a estátua foi derrubada diversas vezes, só por brincadeira, por parte de uma dupla de delinqüentes juvenis - há quanto tempo não ouço esse termo! - cuja imaginação era bastante fértil.
Hoje, como cidadão, eu os classifico como vândalos, e certamente os condeno, mas naquela época eram classificados como play-boys, e temos que admitir que a idéia deles até que foi bastante engraçada.
Um deles dirigia o carro, um Cadillac conversível, enquanto o outro ia em pé no banco de trás, vestido ce cowboy, com direito a botas, esporas e chapelão, girando um laço sobre a cabeça, na mais tradicional maneira faroeste, cuja corda tinha a outra ponta amarrada no pára-choque traseiro.
E, diante de todos os amigos que eram espacialmente convidados para assistir o evento, com o carro em movimento, laçava o vaso na cabeça da estátua, e a derrubava.
Tão logo a Prefeitura restaurasse a estátua, era marcada a "solenidade" da nova derrubada.
Por alguns anos a estátua ficou guardada nos depósitos da prefeitura, talvez em restauração, talvez escondida da depredação, mas acabou voltando para o seu lugar. Na base da estátua consta que foi restaurada em 2006.
Fica na Praça das Guianas, no lado próximo à Av. 9 de Julho, entre todas essas árvores.
Lá pela década de 50, as árvores ainda não eram tão desenvolvidas, de forma que a estátua se destacava bem mais por sobre a praça, fato que a expunha a um engenhoso tipo de vandalismo.
Devo aqui esclarecer que não testemunhei os fatos porque eu ainda era criança, e o que conto é o que ouvi contar.
Reza a lenda que a estátua foi derrubada diversas vezes, só por brincadeira, por parte de uma dupla de delinqüentes juvenis - há quanto tempo não ouço esse termo! - cuja imaginação era bastante fértil.
Hoje, como cidadão, eu os classifico como vândalos, e certamente os condeno, mas naquela época eram classificados como play-boys, e temos que admitir que a idéia deles até que foi bastante engraçada.
Um deles dirigia o carro, um Cadillac conversível, enquanto o outro ia em pé no banco de trás, vestido ce cowboy, com direito a botas, esporas e chapelão, girando um laço sobre a cabeça, na mais tradicional maneira faroeste, cuja corda tinha a outra ponta amarrada no pára-choque traseiro.
E, diante de todos os amigos que eram espacialmente convidados para assistir o evento, com o carro em movimento, laçava o vaso na cabeça da estátua, e a derrubava.
Tão logo a Prefeitura restaurasse a estátua, era marcada a "solenidade" da nova derrubada.
Por alguns anos a estátua ficou guardada nos depósitos da prefeitura, talvez em restauração, talvez escondida da depredação, mas acabou voltando para o seu lugar. Na base da estátua consta que foi restaurada em 2006.
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