30 de outubro de 2007

Monumento a Garcia Lorca

Fico imaginando o que corre na cabeça do homenageado.

Não naquilo que êle diz (ou diria, se ainda pudesse), nem na cara que faria ao receber a homenagem.

Isso, certamente seriam atitudes polìticamente corretas.

Fico imaginando lá no fundo, mas bem lá no fundão mesmo, se êle estaria realmente gostando da homenagem.

É claro, homenagem é sempre homenagem, e quem de nós não gostaria de uma? Umazinha só?

Mas, se êle não goastar do estilo da obra, vai ter que carregar a frustração para o túmulo. Se já estiver morto, aí então é que não vai nem mesmo ter a chance de uma revanche.


Ou, se por qualquer razão, êle não gostar do artista que o homenageia, também vai ter que se manter no polìticamente correto.

- Mas, que droga, o homenageado sou eu, e não tenho o direito de gostar ou não da homenagem? Eu, que fui quem teve o mérito, quem se ralou todo para merecê-lo, tenho mesmo que engolir?


Mas o fato é que vale a pena ir visitar o local. A praça é muito bonita, e está bem conservada.

Mas não vá de carro, porque lá não tem onde estacionar. Vá de bicicleta, a pé, patinete, ou cadeira de rodas.

O Monumento a Garcia Lorca é obra de Flávio de Carvalho, fica na praça das Guianas, e começa a dar sinais de desgaste ao tempo.

10 de outubro de 2007

Viva a CET


Quem está doido? Eu ou a CET?

Pois é.
Isto, à esquerda, é um quiosque da CET, para venda de zona azul.
Ele está dentro do Parque do Ibirapuera, bem longe dos usuários que, supostamente, são motoristas - e nessa área do parque não podem entrar automóveis!!!!


É isso mesmo!

Veja a foto tirada de fora do parque.

Esse é o portão que fica bem em frente da Av. Antônio Joaquim de Moura Andrade (continuação da Av. Juscelino Kubistchek). Confira no local.

2 de outubro de 2007

Memorial do Imigrante

É um local que vale a pena conhecer. Tem tudo a ver com a nossa história, do fim do século XIX e começo do século XX, com registro de todos os imigrantes que se hospedaram na Hospedaria dos Imigrantes.

A história da Hospedaria de Imigrantes, onde hoje funciona o Memorial do Imigrante, pode ser consultada em:

http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/ . Vale a pena navegar por lá.

O estilo da construção é uma mistura de estilos resultante das diversas reformas que o prédio sofreu, hoje mais para um samba do crioulo doido que para o neo-clássico que aparenta ser.

Tem passeio de trem a vapor, passeio de bonde, acervo fotográfico, museu do trem, e muitas outras atrações.

Chegar lá não é difícil.
Para ir de carro, ir pela Alcêntara Machado, no sentido bairro-centro, entrar à direita na Rua Doutor Almeida Lima, e no fim dela entrar à esquerda na Rua Visconde de Parnaíba. É no número 1316, masw não dá para errar.
Para ir de metrô, descer na Estação Bresser, e procurar a passarela para atravessar s linha do trem, na esquina da própria Visconde de Parnaíba.
Para ir de bicicleta, a dica é ir pela Rua da Moóca, passar no pontilhão sôbre a estrada de ferro, entrar à esquerda na primeira que der mão, e cruzar a Rua dos Trilhos, tomar as ruazinhas secundárias em direção à Praça Presidente Kennedy (esquina da Rua dos Trilhos com a Alcântara Machado).
Na Praça Presidente Kennedy, tem uma passarela sôbre a Alcântara Machado, que desemboca na esquina da Doutor Almeida Lima, em cujo fim estão a Visconde de Parnaíba e o Memorial.
Para voltar, por questões de mão e contramão, o melhor é enfrentar a Alcântara Machado, atravessar o viaduto sôbre a estrada de ferro, entrar na primeira à direita, e seguir pela continuação da própria Visconde de Parnaíba.
É passeio para um dia quase inteiro, mas a lanchonete é boa, e a gente usa mesas ao ar livre.