22 de julho de 2008

A mal falada


Muinto tenho ouvido falar mal da ponte estaiada.

Tudo bem, aparentemente custou bem mais do que devia, e se isso ocorreu deve ser apurado.


Uma das críticas é de que é um monstro que interfere na paisagem urbana. Ora, a ponte se tornou um referencial na cidade e, cá entre nós, não há referencial que não interfira. Se é referencial da cidade, tem necessariamente que ser uma interferência na paisagem urbana. Nada há a criticar na imagem da ponte, pelo menos não mais do que outras tantas obras que se tornaram pontos de referênciais pela cidade a fora.


Outra crítica que ouço, é que não resolveu o problema do trânsito. Resolveu, sim. O problema do trânsito é que a Marginal não dá vazão. há que se fazer mais pontes, para pulverizar o fluxo de travessia do rio, além de alargar a Marginal.


A grande crítica que faço à ponte, é que é uma obra exclusivamente para automóveis.

E o pedestre, onde fica? Não é verdade que o grande tráfego é de pedestres? Pois a ponte não tem calçada.

E os cadeirantes, que não podem sair de casa por serem tão menosprezados?

E os ciclistas, que ja são 750.000 nas ruas, nos dias úteis, e 1.000.000 nos fins de semana?


E isso é contra a Lei, que obriga TODOS os projetos a incluirem calçadas, ciclovias, etc.

Desobedecer a Lei, por acaso, não é crime? Ora, quando nós desobedecemos a Lei vamos para a cadeia. Cadê a cadeia para as autoridades?

E você sabe qual a justificativa para a desobediência da Lei? Imagine só: é porque seria muito perigoso aos pedestres e ciclistas.

E porque PORRA não foi feito um projeto de forma a não oferecer perigo?


Esse descaso com a população realmente me revolta

Sabe qual é a justificativa dada para a inobservância da Lei?

2 de julho de 2008

Não deu para resistir



Em dezembro de 2007, estava eu visitando a Fundação Oscar Americano, lugar maravilhoso que vale a pena conhecer e voltar várias vezes, e lá encontrei um set de filmagem dum programa de fim de ano da Mariana Ferrão, da TV Bandeirantes.


Claro, lá fui eu abelhodar. Gente muito legal, valeu um bom papo.


Abandonada no meio da bagunça, a cadeira do diretor, peça vital para qualquer set de filmagem, mesmo se lá não estiver o Diretor. Não deu para resistir a tentação. Corri e sentei na cadeira, e pedi para alguem me fotografar. A maquiadora do set, que não conhecia os protagonistas do evento, pensou que eu fazia parte da tropa que ia ser entrevistada, e veio me maquiar. Fiquei na minha, e saí na foto.


Depois, saí de mansinho.....